Lixo úmido vai virar energia verde em Porto Alegre

Biotérmica Energia - Foto Divulgação

Biotérmica Energia – Foto Divulgação

A Biotérmica Energia, como foi denominada a usina, tem potência instalada de 8,55 MW e, capacidade total prevista de 15 MW, gerará energia limpa a partir do lixo doméstico depositado no aterro da Companhia Riograndense de Valorização de Resíduos (CRVR).

O investimento para montar a usina, superior a R$ 30 milhões de reais, foi bancado pelo Grupo Solví e pela Copelmi Mineração.

O metano gerado pela decomposição dos resíduos orgânicos, que geralmente é queimado através do sistema de flare, será o combustível utilizado para gerar energia ao invés de ser lançado na atmosfera.

A redução de emissão de gás carbônico (CO2) que seria lançado na atmosfera é de cerca 170 mil toneladas por ano, contribuição significativa para a redução de gases do efeito estufa.

Ambientalmente correto

Segundo o site da Prefeitura de Porto Alegre, “A produção de energia pela Biotérmica é um processo ambientalmente correto, não apenas de preservação, mas de melhoria do meio ambiente. Ao invés de queimar o metano produzido pelos resíduos urbanos, como ocorre na maioria dos aterros sanitários, este gás será aproveitado para produção de energia limpa. O aterro de Minas do Leão foi um dos primeiros do Brasil a obter crédito de carbono e o primeiro no mundo a incluir uma termelétrica no projeto de crédito de carbono com queima de metano em flare, ou seja, por meio de chama instável.”

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre