Projeto gera renda para comunidades tradicionais e agricultores familiares

imagem_prop.-ruralJá está em execução o projeto “Bem Diverso”, fruto de parceria entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF), para conservar a biodiversidade brasileira e gerar renda para comunidades tradicionais e agricultores familiares.

O projeto abrange três biomas em cinco regiões, envolvendo 12 espécies nativas. No total, estão mobilizadas 12 unidades da Embrapa, oito instituições parceiras e um investimento de 33 milhões de dólares.

O diretor de País do PNUD no Brasil, Didier Trebucq, afirmou que a agência da ONU é um parceiro histórico do Brasil na busca de uma sociedade mais justa e equitativa. “É preciso quebrar a visão antagônica de geração de renda e preservação da biodiversidade como atividades oponentes”, enfatizou.

O projeto contribuirá para o desenvolvimento sustentável em cinco regiões, chamadas de Territórios da Cidadania – Alto Acre e Capixaba; Alto Rio Pardo; Sertão do São Francisco; Médio Mearim; Sobral e Marajó – localizados em três biomas – Cerrado, Caatinga e Amazônia – por meio do uso sustentável da biodiversidade.

Iniciado em 2015 e com duração prevista de cinco anos, o projeto atuará em dois eixos principais: desenvolvimento e promoção do uso de técnicas de manejo para extração e uso sustentável de produtos florestais não madeireiros e promoção de sistemas agroflorestais; e identificação dos gargalos financeiros e de mercado que comprometem o aumento da produção e da renda de comunidades agroextrativistas e agricultores familiares.

Ecossistemas, espécies de plantas nativas, práticas agroextrativistas, populações tradicionais, associações de produtores, cooperativas, entidades governamentais, organizações não governamentais e unidades da Embrapa atuarão juntas no projeto.

 

 

Da Redação
Fonte: ONUBR