Clarice Lispector é tema de monólogo em SP após 40 anos de sua morte

Após 40 anos de morte da escritora brasileira Clarice Lispector, a atriz Lilian Prado apresentará o monólogo “Epifania” entre os dias 6 e 23 de abril, às sextas, sábados e segundas ás 21h e aos dominós às 19h na Sede Roosevel da SP Escola de Teatro localizada na Praça Franklin Roosevelt, 210, Consolação. O texto da escritora Maria Shu propõe uma imersão na consciência de Clarice, a exposição de suas aflições, seus questionamentos sobre a esperança quando descobre que está doente e o diálogo entre ela e Macabéa, uma de suas principais personagens. A primeira versão da peça foi apresentada durante o Festival Soma Teatro na cidade de São Vicente em Cabo Verde. Para a estreia em São Paulo, o texto será inédito.

O projeto do espetáculo foi concebido por Lilian Prado que, além da formação em direção e atuação pela SP Escola de Teatro, é graduada como atriz e arte educadora em artes cênicas, tem bacharelado e licenciatura pela Universidade Anhembi Morumbi e é formada como bailarina clássica pelo método internacional da cidade de Londres, Royal Academy Of Dance. Trabalhou como atriz nos espetáculos Slavianski Bazaar, com direção Beto Bellini, Folias Conta Galileu com direção de Dagoberto Feliz, Brasilien.13 caixas com direção de Karin Beier, e “La Bohème” no Theatro Municipal de São Paulo com direção de Arnaud Bernard.

Desde 2013 faz parte do Grupo Onironautas, onde trabalhou como encenadora e atriz nos espetáculos Saman (2014), Navegança (2016) e El Justiciero. No cinema participou como atriz do filme Dá Licença de Contar (2014), com direção de Pedro Serrano, que conquistou o Prêmio do Público ZINEBI 57), Melhor Curta- Metragem do Juri de Crítica do 43º Festival de Gramado e o Pêmio Canal Brasil de Curtas.

Serviço

Monólogo Epifania

Datas: entre os 6 e 23 de abril

Horário: sáb/dom/seg às 21h e domingo às 19h

Ingressos: R$30,00 (R$15,00 meia)

Local: Sede Roosevelt da SP Escola de Teatro

Endereço: Praça Franklin Roosevelt, 210, Consolação

 

 

Por: Bruno Mourão Guzzo